REVISTA VM7

Este País é Nosso

Os resultados dos exames de admissão aos Institutos de Formação de Professores (IFP) para o ano letivo de 2026, especificamente para o curso...



Os resultados dos exames de admissão aos Institutos de Formação de Professores (IFP) para o ano letivo de 2026, especificamente para o curso 12+3 anos, estão a ser disponibilizados. Os candidatos podem consultar as listas de admitidos, muitas vezes em formato PDF, nos locais de candidatura ou plataformas online como o Scribd e sites de instituições como a VER RESULTADOS DOS ADMITIDOS PARA ENTREVISTA.. 

 

Onde Consultar os Resultados:

  • Locais de Candidatura: As listas físicas são afixadas nos respectivos IFP onde o exame foi realizado.
  • Plataformas Online: Sites de educação e partilha de documentos (como Scribd) podem conter os editais em PDF.
  • Editais Oficiais: Verifique o edital de 2026 para a formação de professores, que detalha o processo de admissão. 
Recomenda-se a verificação direta nas delegações provinciais do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) para confirmar os resultados oficiais.


  O Instituto de Formação de Professores (IFP) anunciou que já estão disponíveis os resultados dos candidatos admitidos à entrevista no âm...

 


O Instituto de Formação de Professores (IFP) anunciou que já estão disponíveis os resultados dos candidatos admitidos à entrevista no âmbito do processo de admissão para a formação de professores do ano lectivo de 2026.

De acordo com a informação divulgada, os candidatos seleccionados devem consultar as listas afixadas nos respectivos Institutos de Formação de Professores, bem como outros canais oficiais usados pela instituição, onde constam os nomes dos admitidos, as datas, horários e locais das entrevistas.

A fase de entrevista constitui uma etapa fundamental do processo de selecção, tendo como objectivo avaliar a motivação, capacidade de comunicação, postura ética e vocação para a docência dos candidatos.

O IFP recomenda que os candidatos admitidos compareçam pontualmente, munidos dos documentos exigidos, e cumpram rigorosamente as orientações estabelecidas.

A instituição apela ainda aos candidatos e encarregados de educação para que acompanhem atentamente as informações oficiais, sublinhando que apenas os candidatos constantes nas listas publicadas estão habilitados a participar na fase de entrevista.

Com este processo, o Instituto de Formação de Professores reafirma o seu compromisso com a formação de professores qualificados, contribuindo para o fortalecimento do sistema educativo e para a melhoria da qualidade do ensino em Moçambique.


BAIXAR RESULTADOS DE ENTREVISTA

  Os professores da Escola Secundária de Tembwe, localizada no distrito de Chimoio, província de Manica, anunciaram que irão paralisar as au...

 


Os professores da Escola Secundária de Tembwe, localizada no distrito de Chimoio, província de Manica, anunciaram que irão paralisar as aulas por um período de 30 dias úteis, começando no dia 20 de Outubro de 2025. A paralisação é uma resposta à alegada falta de pagamento das horas extraordinárias de trabalho referentes aos anos de 2023 e 2024.

Reivindicações Não Atendidas

De acordo com a nota enviada ao Governo do Distrito de Chimoio, os docentes afirmam que não receberam respostas satisfatórias às cartas protocoladas em 14 de julho e 2 de setembro de 2025, nas quais solicitavam o pagamento das horas em atraso.

O documento cita os artigos 51, 80 e 87 da Constituição da República de Moçambique e o artigo 60 do Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado (EGFAE) como base legal para a ação. Os professores ressaltam que a decisão de paralisar as atividades foi tomada devido ao longo silêncio das autoridades competentes.

Comunicação aos Órgãos Competentes

A comunicação sobre a paralisação também foi enviada ao Secretário de Estado da Província de Manica, à Governadora da Província, ao Diretor Provincial de Educação e Cultura, ao Administrador do Distrito de Chimoio e ao Diretor do Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia.

Condições para Retomada das Aulas

Os professores afirmam que só retomarão as atividades letivas após a confirmação do pagamento integral das horas extraordinárias devidas, deixando claro que a decisão de paralisar as aulas visa garantir os direitos dos profissionais da educação.

  O Secretário de Estado da Província de Gaza, Jaime Neto , afirmou que os recentes casos de vandalização e destruição de infraestruturas es...

 


O Secretário de Estado da Província de Gaza, Jaime Neto, afirmou que os recentes casos de vandalização e destruição de infraestruturas escolares na província resultam de actos intencionais de sabotagem à governação. A denúncia surge após uma série de incidentes que afectaram várias instituições de ensino, gerando preocupação nas autoridades locais e na comunidade educativa.

Nos últimos cinco meses, foram vandalizadas sete escolas, onde mais de nove mil processos de alunos foram queimados, além de seis computadores, pautas, livros escolares e um sistema de abastecimento de água destruídos.

Jaime Neto classificou os actos como “ações de má-fé” e garantiu que o Governo está a trabalhar para identificar e responsabilizar os autores.

“Nós estudamos numa altura em que as escolas nem tinham guardas e nada acontecia. O que vemos agora é o resultado da atitude de certas pessoas de má-fé que querem sabotar a governação. Vandalizam a energia, partem vidros, queimam arquivos e danificam carteiras. É algo difícil de compreender”, afirmou o governante.

O Secretário de Estado assegurou ainda que as autoridades estão empenhadas em investigar os casos e exigiu da polícia “rigor e determinação” na responsabilização dos envolvidos.

“Essas pessoas precisam ser identificadas e levadas à justiça. A polícia está a trabalhar próximo dos locais afectados, pois os actos não se limitam à destruição das escolas — há também ataques contra professores, principalmente do ensino nocturno, o que é inadmissível”, reforçou.

Por outro lado, o especialista em educação Samuel Chacate apresentou uma leitura diferente da situação, apontando motivações políticas como causa dos incidentes.

“Os partidos políticos precisam de deixar de disputar poder dentro das escolas. Há comunidades e encarregados de educação que foram mobilizados a não apoiar as instituições de ensino. As escolas estão desamparadas e sobrevivem apenas com o apoio externo”, destacou.

Chacate alertou ainda que o vandalismo expõe a lentidão na modernização e digitalização do sistema educativo, o que coloca em risco informações cruciais.

“A educação continua a ser um dos sectores mais conservadores. Com a falta de digitalização, corremos o risco de perder dados importantes sobre os alunos e o próprio funcionamento do sistema”, advertiu.

O especialista também criticou a actuação seletiva da Polícia da República de Moçambique (PRM) na proteção de instituições públicas.

“Há escolas com seis a oito mil estudantes que não têm segurança adequada, enquanto a polícia garante proteção a propriedades privadas. É uma contradição que precisa ser corrigida”, concluiu.

Cinco meses após o registo do primeiro ataque, as investigações continuam sem resultados concretos, e o clima de medo e insegurança persiste nas comunidades escolares da província de Gaza.

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  18 de Setembro, 2025 | Hotelaria e Turismo A Aman , marca global de hotelaria de luxo, estreia-se em Moçambique em parceria com a Impact ...

 


18 de Setembro, 2025 | Hotelaria e Turismo

A Aman, marca global de hotelaria de luxo, estreia-se em Moçambique em parceria com a Impact Preservation Partners (IPP), com dois resorts planejados para a Karingani Game Reserve e a proposta Reserva Nacional de Pomene, redefinindo o turismo de alto nível no país.

Karingani Game Reserve

  • Extensão: 150.000 hectares, com 84 km de fronteira com o Parque Nacional do Kruger.

  • Ecossistema diverso, ideal para safáris de luxo.

  • Histórico de reabilitação ambiental, proteção da vida selvagem e desenvolvimento comunitário: mais de 400 empregos criados e serviços básicos instalados (água, energia, telecomunicações, transporte).

Reserva Nacional de Pomene

  • Área: 695.000 hectares de ambiente marinho e terrestre.

  • Inclui 97.000 hectares de terreno terrestre com zonas húmidas costeiras, florestas indígenas e mangais.

  • Destinada a acolher um resort Aman único, em regime de co-gestão com a ANAC.

Impacto e benefícios

  • Espera-se mais de 600 empregos diretos e 4.800 indiretos, com impacto significativo na economia local e nacional.

  • Formação de 46 membros das comunidades locais na South African College for Tourism.

  • Infraestruturas já beneficiam as comunidades circundantes.

  • Apoio contínuo do Governo de Moçambique em políticas de proteção ambiental e conservação da vida selvagem.

Perspectivas

  • Moçambique será o segundo destino Aman em África, após Amanjena em Marraquexe, Marrocos.

  • Os resorts irão promover ecoturismo de alto padrão, posicionando o país como referência global em turismo de luxo.

  • Mais detalhes sobre os resorts serão divulgados oportunamente


  Por: Castro Cleiton | 18 de Setembro de 2025 Muito se fala sobre Cabo Delgado : relatórios, conferências, promessas. Mas poucos tocam nos...

 


Por: Castro Cleiton | 18 de Setembro de 2025

Muito se fala sobre Cabo Delgado: relatórios, conferências, promessas. Mas poucos tocam nos problemas reais que marcam o dia-a-dia da província. O conflito armado não é apenas uma estatística: pessoas morrem, desaparecem e nunca mais voltam.

Quem observa de fora vê apenas números e discursos técnicos. Mas viver em Cabo Delgado é sentir medo constante, viajar pelas estradas sem saber o que pode acontecer, acompanhar famílias destruídas pela insegurança. Esse é o quotidiano que poucos entendem.

O aspecto mais cruel é o desaparecimento de pessoas. Famílias inteiras perdem parentes há anos, sem qualquer explicação. Recentemente, um Delegado Distrital do Conselho Islâmico em Ancuabe desapareceu sem deixar rasto, sem palavras de consolo ou esclarecimento das autoridades. Esse silêncio prolonga a dor e aumenta a desconfiança.

O medo cala vozes. Muitos desejam denunciar, mas temem por suas vidas. Mesmo assim, escrever sobre isso é um ato de cidadania: não se pode aceitar que desaparecimentos se tornem normalidade invisível.

Cabo Delgado é mais do que estatísticas: são crianças com medo, mulheres traumatizadas e jovens sem futuro. O conflito não é apenas militar; é uma crise humanitária e um colapso da dignidade humana. Enquanto vidas desaparecerem sem respostas, não haverá paz verdadeira.

O que se exige é verdade, compaixão e coragem política. Promessas vazias não bastam; é preciso enfrentar o impacto humano real do conflito, restaurar a segurança e oferecer respostas concretas às famílias que perderam entes queridos.

Cabo Delgado merece mais do que discursos: merece humanidade, justiça e respostas.